1º #MochilãoDaRecord - Belo Horizonte

14 de junho de 2015


Ei, gentem!
Ontem, dia 13/06, rolou o 1º evento literário em BH da Editora Record, o #MochilãodaRecord, com participação da autora nacional Marina Carvalho (que autografou seu livro publicado pela Galera Record, Elena, para os fãs) e, mesmo tendo ido como leitora, não pude deixar de bater umas fotinhas (mesmo que ruins já que sou uma negação pra fotografia e o lugar onde sentei não me favoreceu muito rsrsrs) pra registrar o momento.




Guilherme e Shirley, representantes do marketing, apresentaram o evento falando um pouquinho sobre os livros lançados recentemente e de outras várias novidades que vem por aí que me deixaram super empolgada. Espiem:


Os Lugares Mágicos dos filmes de Harry Potter será lançado esse ano e, assim como o livro anterior, O Livro das Criaturas de Harry Potter, é a coisa mais linda! Ele é cheio de fotografias e ainda tem o mapa do Beco Diagonal! #todospiram


Teve apresentação de Red Hill, leitura de maio do nosso Clube de Leitura, já resenhado no blog.

Depois desse abraço, como não ficar curiosa e louca por Brilhantes (duologia) que pudemos ver em primeira mão? Querooo!



Já entrou pra minha lista de desejados, principalmente quando soube que tem filme saindo em breve estrelado por Ben Affleck e Jared Leto! ♥


A Garota no Trem, que segue o mesmo estilo de Garota Exemplar, também é uma das novidades que me deixaram bem curiosa.

Uma novidade super legal que foi falada no evento é que a Record em parceria com o Submarino lançou um box com a coleção dos seis livros da série Os Instrumentos Mortais e todos os livros possuem aquela capa holográfica, cheia de brilhinhos, que todo mundo quer mas não acha mais!

Só está a venda no site do Submarino. Clique AQUI pra conferir e aproveitem pois o box está em promoção!


Outra coisa que me deixou #loka: Sophie Kinsella e Colleen Hoover estão com as presenças confirmadas para a Bienal do Rio em setembro desse ano (que eu vou)! E em outubro, o Brasil vai contar com uma turnê de ninguém menos que a diva Meg Cabot! #jáestoulá


Todo mundo ganhou brinde pela presença (uma ecobag com marcadores, bloquinho e bottom) e teve sorteio de alguns dos últimos lançamentos dos selos da editora. Pena que eu sou pé frio, nunca tenho sorte em sorteios e não ganhei nada, como sempre, mas não saí de lá sem levar uns livrinhos praticamente de graça (aproveitei meus pontos no Dotz e paguei R$2,00 nos três livros, wheeee!).


Adorei o evento e a forma animada e descontraída como ele foi apresentado. Só tenho que agradecer pela oportunidade e pela iniciativa do Grupo Editorial Record por ter tanto carinho pelos leitores do Brasil e em especial com os de BH. E que venham os próximos! ♥

Novidades de Junho - Seguinte

13 de junho de 2015

A Rainha Vermelha - Victoria Aveyard
O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
 Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
 Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração.

O Diário de Rywka - Rywka Lipszyc
No final da Segunda Guerra Mundial, foi encontrado um diário perto das ruínas dos crematórios de Auschwitz-Birkenau. Este diário pertencia a Rywka Lipszyc, uma adolescente judia que viveu com sua família no gueto de Lodz, na Polônia.
 Seu relato só veio a público setenta anos depois, e logo se tornou um documento importante por registrar a vida dos judeus em Lodz - o medo constante da deportação, o trabalho forçado nas oficinas, a fome e a miséria. Mas, acima de tudo, os escritos de Rywka eram sua forma de resistir e de protestar, numa tentativa de dar sentido ao mundo ao seu redor.

Branca de Neve tem que morrer - Nele Neuhaus

12 de junho de 2015

Lido em: Abril de 2015
Título: Branca de Neve tem que morrer - Bodenstein & Kirchhoff #4
Autora: Nele Neuhaus
Editora: Jangada
Gênero: Policial/Suspense
Ano: 2012
Páginas: 472
Nota: ★★★★☆
Sinopse: Thriller revelação do ano na Alemanha com mais de 1 milhão de exemplares vendidos. Numa noite chuvosa de novembro, Rita Cramer é empurrada de uma passarela e cai em cima de um carro em movimento. Pia e Bodenstein, da delegacia de homicídios, têm um suspeito: Manfred Wagner. Onze anos antes, a filha de Manfred desaparecera, sem deixar pistas, e um processo baseado em provas circunstanciais condenou Tobias, filho de Rita Cramer, a dez anos de prisão. Logo após cumprir a pena, Tobias retorna à sua cidade natal e, repentinamente, outra garota desaparece. Os acontecimentos do passado parecem repetir-se de maneira funesta. Pia e Bodenstein se deparam com um muro de silêncio. As investigações transformam-se numa corrida contra o tempo, iniciando uma verdadeira caça às bruxas. 

Resenha: Branca de Neve tem que morrer é o quarto volume da série Bodenstein & Kirchhoff escrita pela autora alemã Nele Neuhaus e publicado no Brasil pela Jangada. Mesmo sendo o quarto volume não há necessidade de ler os anteriores, até mesmo porque eles não foram publicados por aqui. Os livros são independentes e focam num mistério que, ao que parece, não tem ligação alguma com os dos demais livros.

Tobias Sartorius foi acusado de matar duas moças e sumido com seus corpos. Ele não se lembrava do ocorrido e viu seu futuro ruir quando foi condenado a prisão. Após cumprir a sentença de dez anos, mesmo em dúvida se era culpado ou não, ele regressa ao vilarejo de Altenhain, na Alemanha, encontra seu pai num estado deplorável e tenta ajudá-lo, mas é recebido com repúdio e agressão pelos habitantes que acreditavam que ele deveria pagar pelo que fez pra sempre.
Enquanto a volta de Tobias a cidade acontece, uma ossada é encontrada num tanque de combustível vazio em um antigo aeródromo militar abandonado, mas a polícia descobre muito mais do que um esqueleto...

Até que uma outra moça desaparece de forma repentina e, obviamente, o principal suspeito é Tobias.
Pia e Bodenstein  são os policiais que irão investigar o caso, e tudo se transforma numa corrida contra o tempo pois eles estão prestes a descobrir que a cidade guarda segredos terríveis intrincados numa teia de mentiras e traições abafados pelos próprios habitantes que parecem viver num mundo a parte, como se vivessem sob uma "cúpula", de forma que pessoas de fora não tomam conhecimento algum de nada que se passa dentro dos seus limites. Tudo é suspeito, tudo parece ter um duplo sentido, e este é um dos maiores obstáculos que os policiais enfrentarão, pois, por mais que a ossada encontrada tenha ligação com o crime do qual Tobias se envolveu, os moradores não estão muito satisfeitos com uma investigação a fundo que pode revelar algo além do que está enterrado com os ossos.

Narrado em terceira pessoa e abrangendo a visão dos personagens envolvidos na trama, Branca de Neve tem que morrer é um thriller policial que logo de cara já deixa no ar a questão de Tobias ser ou não o assassino, principalmente quando juntamos os acontecimentos como a ossada, a tentativa de assassinato da mãe dele e afins, mas, justamente pela forma como a narrativa é feita, fica claro que o assassino pode ser qualquer um já que todos na cidade se comportam de forma estranha e parecem esconder algo ou terem um motivo para matar alguém. Esse misto de elementos são responsáveis por causas o suspense que permeia por toda a trama.

Como a obra original é alemã, é de se estranhar os nomes e os locais mencionados, mas nada que interfira ou prejudique no envolvimento da história.
Fiquei com a sensação de que o livro não foca apenas no mistério, mas também na vida dos investigadores e isso causa uma aproximação maior com os personagens. Talvez alguns trechos possam ter spoilers de outros livros já que eles desvendam crimes juntos desde o primeiro volume e com certeza já tiveram outros pontos trabalhados até chegar onde estão, principalmente no quesito relacionamento. O excesso de personagens e fatos, e algumas situações que pareciam não acabar nunca me fizeram pensar que houve um pouco de enrolação na história. Talvez se fosse um pouco mais "enxugada" seria ainda melhor.

A mudança constante de direção no rumo da história com intuito de dificultar a identificação do assassino se faz presente, assim como características apresentadas em determinado momento podem se voltar contra seus donos de forma que ninguém é quem parece ser, mas acredito que pra quem já tem costume de ler livros policiais e prestar atenção nos detalhes, às vezes, é possível captar quem é o culpado bem antes do desfecho, ou pelo menos ter uma suspeita bem grande e, geralmente, certeira sobre isso fazendo com que o final não seja tão imprevisível assim. Há algumas explicações em demasia e por isso não senti que houve espaço para maiores reflexões. Acho que quando as coisas ficam nas entrelinhas de forma mais sutil é melhor pois o leitor abre a mente pra imaginar.
Talvez devido ao idioma original, a tradução deixou algumas frases estranhas e com palavras que não são utilizadas em português, e em alguns pontos isso impede que a leitura fique totalmente fluída. O final é corrido e acaba de repente mas apesar de tudo achei satisfatório e ainda dá brecha pra continuação.
Mas ainda assim, os personagens são ótimos e muito bem construídos, e o destaque não ficou apenas com os investigadores.

A capa é linda, escura e sombria, manchada de sangue, e deixa no ar o que o leitor pode esperar da leitura. A diagramação é bem caprichada pois há detalhes em vermelho, tanto nos inícios de capítulos, na letra capitular e nas manchas de sangue nas páginas. As páginas são amarelas e possuem uma gramatura maior deixando-as mais grossas. A primeira vista o livro parece imenso pois é grosso e pesado, mas é justamente por causa das páginas mais grossas. A fonte é grande e o espaçamento das margens também, o que colabora com a leitura.

É um thriller envolvente, com um mistério sólido, que deixa o leitor ansioso para virar a próxima página.

Lobo Mau é o 6º volume da série e somente esses dois foram publicados no Brasil pela editora.

Novidades de Junho - Novo Conceito

Eu te darei o sol - Jandy Nelson
Noah e Jude competem pela afeição dos pais, pela atenção do garoto que acabou de se mudar para o bairro e por uma vaga na melhor escola de arte da Califórnia.
Mal-entendidos, ciúmes e uma perda trágica os separaram definitivamente. Trilhando caminhos distintos e vivendo no mesmo espaço, ambos lutam contra dilemas que não têm coragem de revelar a ninguém.
Contado em perspectivas e tempos diferentes, Eu te darei o sol é o livro mais desconcertante de Jandy Nelson. As pessoas mais próximas de nós são as que mais têm o poder de nos machucar.



Tocando as estrelas - Tocando as estrelas #1 - Rebecca Serle
Quando Paige Townsen deixa de ser uma simples aluna do ensino médio para se tornar uma celebridade, sua vida muda do dia para a noite. Em menos de um mês, ela troca as ruas da sua cidade natal por um set de filmagem no Havaí e agora está conhecendo melhor um dos homens mais sexies do planeta segundo a revista People. Tudo estaria perfeito se o problemático astro Jordan Wilder não fincasse o pé em uma das pontas desse triângulo cinematográfico. E Paige começa a acreditar que a vida, pelo menos para ela, imita a arte.




O Álbum - Timothy Lewis
Para Adam, negociante de objetos usados, a casa de Gabe Alexander é apenas uma propriedade que será esvaziada e vendida pelo maior lance. Entretanto, em meio às prateleiras repletas de relíquias, um álbum antigo atrai sua atenção. Nele há cartões-postais amarelados pelo tempo, escritos ao longo de 60 anos. Intrigado, Adam começa a lê-los: eles estão cheios de frases românticas e delicadas, as provas do amor incondicional entre Gabe e Pearl Alexander.
Gabe cuidava para que um cartão chegasse às mãos de Pearl todas as sextas-feiras. Cada um deles possui não apenas um poema, mas verdades preciosas sobre o cotidiano de um casal que viveu um sonho. A soma de todas essas verdades talvez responda perguntas que Adam se faz há muito tempo.



Operação Perfeito - Rachel Joyce

11 de junho de 2015

Lido em: Abril de 2015
Título: Operação Perfeito
Autora: Rachel Joyce
Editora: Suma de Letras
Gênero: Romance/Drama
Ano: 2014
Páginas: 304
Nota: ★★★★☆
Sinopse: Em uma manhã nebulosa de 1972, a vida de Byron Hemming, de 12 anos, muda de repente. Tudo acontece em menos de dois segundos, quando ele e a mãe se envolvem em um acidente de carro. Embora o garoto tenha certeza de que o acidente aconteceu, sua mãe age como se nada tivesse acontecido.
Nos dias e nas semanas seguintes, Byron embarca em uma jornada para descobrir o que realmente houve naquela manhã que mudou sua vida. Junto com o amigo James, ele cria a Operação Perfeito, um conjunto de planos para tentar resolver a situação. 

Resenha: Em 1972, Byron, um garoto de onze anos de idade, tem a vida mudada de cabeça pra baixo. Ele e a mãe, Diana, se envolvem em um acidente de carro que ocorre em menos de dois segundos. Byron sabe o que aconteceu e acredita que tudo tem a ver com os dois segundos que foram adicionados ao tempo de que James, seu melhor amigo, lhe contou. Dois segundos é tempo suficiente para acontecer coisas irreversíveis. James acreditou que o ocorrido fosse algo emocionante, enquanto Byron ficou apavorado. E isso se comprova pro garoto quando descobre que sua mãe parece não ter notado o atropelamento e continua agindo como se nada tivesse acontecido. Byron reluta muito até resolver falar alguma coisa com a mãe, mas quando decide falar, Diana procura a família da criança para prestar ajuda e apoio mas ao mesmo tempo se torna uma pessoa fechada, reclusa e cheia de segredos. Assim, com a ajuda de James, Byron cria a Operação Perfeito, ou seja, um conjunto de planos para poder desvendar aquela situação a fim de saber o que, de fato, aconteceu. Ele se preocupa com sua mãe e sua intenção é defendê-la caso ela tenha que enfrentar qualquer consequência pelo suposto acidente que ocorreu devido ao acréscimo de dois segundos no tempo.

Alternando-se com a história de Byron, conhecemos Jim, um homem complicado e perturbado que passou a vida em clínicas psiquiátricas. Agora ele se viu obrigado a reaprender a conviver e a viver em sociedade pois a clínica encerrou suas atividades e já não atende os pacientes mais. Jim conseguiu um emprego num café e acabou conhecendo Eileen, responsável por dar um outro sentido a vida dele, uma vida nova e repleta de surpresas.

Dividido em três partes e narrado em terceira pessoa de forma alternada entre passado e presente, Operação Perfeito é um drama que vai muito além do que meras tragédias. O que ocorre nos anos 70 se cruza com a atualidade de forma brilhante e tudo vai se encaixando perfeitamente.
Diana também tem um grande destaque na história. Geralmente em dramas do tipo o leitor se depara com histórias onde a mãe demonstra seu amor incondicional pelo filho, mas aqui acontece o contrário. A autora inverte os papéis e quem demonstra esse amor incondicional é o próprio Byron, quando ele se preocupa com sua mãe a ponto de bolar planos para protegê-la e fazê-la crer que tudo vai ficar bem. Por aí percebe-se que há algo de errado, algo frágil e delicado demais. A família de Byron não é bem estruturada pois enquanto Diana é uma mulher adorável e tenta ser uma boa mãe, por mais que esteja escondendo alguma coisa, o pai é ausente e relapso. E perceber que o filho, ainda criança, fica com o papel de disseminar informações para a mãe aumenta a sensação de que os problemas que eles enfrentam podem ser muito piores e mais complexos do que se pode imaginar.
Byron e dedicado e toma para si responsabilidades que acredito que nenhum garotinho deveria ter, e ainda que ele atravesse por lutas internas, ele nos mostra uma história de vida e amadurecimentos incríveis.

A história de Jim é muito comovente. Seus problemas o deixaram arrasado e ele só precisava de alguém que se importasse com o que o tempo lhe causou... E quando Eileen aparece em sua vida, com seu estilo maluco e bem humorado de ser, as coisas mudam a ponto de impressionar o próprio leitor.

O trabalho gráfico do livro é perfeito. A capa é bem parecida com a original e acredito que até a cor fria seja pra causar esse efeito "distante". Cada início de capítulo tem uma ilustração muito bonita com os traços iguais a ilustração da capa. A diagramação é simples, a fonte é menor do que o normal mas o tamanho é agradável pra leitura. As páginas são amarelas e a revisão está impecável.

Confesso que o início da leitura foi difícil pois não me conectei e nem me prendi ao estilo da narrativa. Tudo estava lento e sem grandes chamarizes que me deixassem empolgada pra continuar. A história vai ficando pesada, frustrante e cansativa, mas num certo ponto as coisas tomam um novo rumo e a sensação é de recompensa. O melhor do livro é quando o presente cruza com o passado, quando o que aconteceu em 1972 se funde a vida de Jim. Descobrir a verdadeira conexão entre os personagens, principalmente entre os protagonistas que nos são apresentados de forma alternada é o que faz com que tudo valha a pena.

A autora consegue mostrar com bastante sensibilidade que um pequeno instante pode se responsável por alterar o curso de uma vida inteira, e que pra cada ação há uma reação.
Em suma, Operação Perfeito é um livro que nos faz refletir pelos diálogos marcantes e inteligentes e pelas mensagens nas entrelinhas que ele traz. Um livro onde é possível encontrar beleza mesmo que os momentos sejam os piores possíveis. Uma história que aborda temas pesados, trágicos e tristes, mas, felizmente, há momentos em que a esperança prevalece. Mesmo se focarmos no "se", supondo o que poderia ser se fizéssemos outras escolhas, o que importa é que o tempo não pára nem espera por nada nem ninguém. Não podemos desfazer o que está feito e o que tiver de ser, vai ser. Ás vezes viver de aparências pode ser prejudicial, e não basta viver pra tentar reparar nossos erros, mas aprender a conviver e aceitar alguns deles.

Novidade de Junho - Geração Editorial

10 de junho de 2015

Cova 312 - Daniela Arbex
Menos de dois anos depois de seu surpreendente best-seller de estreia, “Holocausto  brasileiro”, Daniela Arbex volta com mais um livro corajoso e revelador. Escrito como um romance, nele se conta a história real de como as Forças Armadas mataram pela tortura um jovem militante político, forjaram seu suicídio e sumiram com seu corpo. Daniela Arbex reconstitui o calvário deste jovem, de seus companheiros e de sua família até sua morte e desaparecimento. E continua investigando até descobrir seu corpo, na anônima Cova 312 que dá título ao livro. No final, uma revelação bombástica muda um capítulo da história do Brasil. Uma história apaixonante, cheia de mistério, poesia, tragédia e sofrimento.


Booktrailer:
Sobre a autora:
Daniela Arbex é autora do best-seller “Holocausto Brasileiro”, eleito Melhor Livro-Reportagem do Ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (2013) e segundo melhor Livro-Reportagem no prêmio Jabuti (2014). Com mais de 100 mil exemplares vendidos no Brasil e em Portugal, a obra ganha as telas da TV em 2016, no documentário produzido com exclusividade para a HBO, com exibição prevista em mais de vinte países. Uma das jornalistas mais premiadas de sua geração, Daniela tem mais de vinte prêmios nacionais e internacionais no currículo, entre eles três prêmios Esso, o americano Knight International Journalism Award (2010) e o prêmio IPYS de Melhor Investigação Jornalística da América Latina (2009). Há vinte anos trabalha no jornal Tribuna de Minas, onde é repórter especial.