Charlie Brown e a Grande Abóbora de Halloween - Charles M. Schulz

25 de junho de 2015

Lido em: Junho de 2015
Título: Charlie Brown e a Grande Abóbora de Halloween
Autor: Charles M. Schulz
Ilustrações: Paige Braddock
Editora: Companhia das Letrinhas
Gênero: História em Quadrinhos
Ano: 2014
Páginas: 32
Nota: ★★★★★
Sinopse: É Halloween! Tempo de bruxas, fantasmas, almas penadas e... da Grande Abóbora! Linus tem certeza de que este ano ela finalmente vai aparecer e, como de costume, se esconde no pé de abóbora mais autêntico que encontra, à espera do misterioso ser.
Mas o tempo passa e, além do resto da tuma - que anda de um lado para o outro em busca de travessuras e gostosuras -, ninguém mais parece estar por alí. Ou melhor: quase ninguém...

Resenha: Em Charlie Brown e a Grande Abóbora de Halloween, as crianças se preparam para comemorar o tradicional Dia das Bruxas fantasiados de fantasmas enquanto batem de porta em porta brincando de Travessuras ou Gostosuras. Snoopy não parece estar interessado na brincadeira por ter achado outra muito mais legal, e Linus resolve se esconder num pé de abóbora à espera da Grande Abóbora.


Das tirinhas pra animação, e agora uma adaptação em forma de livrinho infantil, de um lado os adultos têm a oportunidade única de relembrar as aventuras de uma das turminhas mais famosas do mundo, enquanto do outro ladoas crianças poderão conhecer um pouquinho desses personagens tão queridos.


Assim como as crianças esperam pelo Papai Noel no Natal, ou como esperam pelo Coelhinho da Páscoa, a ideia aqui foi criar a Grande Abóbora, uma figura que representasse o Halloween e mexesse com a cabecinha delas dando a ilusão de que há algo de mágico nesses eventos comemorativos que só aparecem num determinado período da noite em que elas não podem ver. E é mais do que comum que as crianças queiram ficar acordadas esperando a visita especial, que claro, não existe, mas que por terem esperanças e acreditar, continuam esperando e mantendo a fé de que um dia conseguirão ver.

O autor também não deixa de fazer referência à Primeira Guerra Mundial, da qual participou, colocando Snoopy fantasiado de às e brincando de algo que considera ser mais interessante do que pedir doces de porta em porta.


É uma historinha curta mas que provoca uma enorme nostalgia e com certeza vale a pena conferir independente da idade do leitor!

Feliz Dia dos Namorados, Charlie Brown - Charles M. Schulz

24 de junho de 2015

Lido em: Maio de 2015
Título: Feliz Dia dos Namorados, Charlie Brown
Autor: Charles M. Schulz
Ilustrações: Paige Braddock
Editora: Companhia das Letrinhas
Gênero: História em Quadrinhos
Ano: 2014
Páginas: 32
Nota: ★★★★★
Sinopse: O Dia dos Namoraos está chegando e Charlie Brown tem muitas pretendentes. Mas mesmo com a Patty Pimentinha e a Marcie no pé dele, Charlie Brown não vai perder a chance de se declarar para o seu eterno e platônico amor: a Menininha Ruiva.
Será que o melhor é mandar uma caixa de bombons para ela? Ou entregar um cartão pessoalmente? ele também pode tentar um telefonema, uma piscadinha na escola, ou até investir num abraço... Não. Pensando bem, a melhor solução é chamá-la para dançar no Baile do Dia dos Namorados!
Agora é só criar coragem...

Resenha: Essa capa romântica passa uma imagem fofa, mas o conteúdo não é tão meigo assim. Charlie Brown, nosso protagonista inseguro e medroso, poderia ter várias acompanhantes pro baile, menos a única que ele quer: a Garotinha Ruiva. Chegando o Dia dos Namorados, começa aquele burburinho de escrever cartões pra paquera.
Muitas meninas da turma de Charlie escrevem e entregam bilhetes pra ele, mas não adianta, o coração dele bate mais forte pela menina que sequer sabe quem ele é. E aí, mandar a carta pelo correio? Comprar bombom e entregar? Convidar pra dançar? Leia e confira o que ele vai aprontar dessa vez.


Histórias com Charlie Brown como protagonista tendem a ser um balde de água fria nas expectativas. O menino treme, engasga, vacila, se esconde... como vai arranjar namorada assim? Mas também, quem nunca passou pela situação de estar prestes a falar com a paixonite? Dá nervoso mesmo!


O legal dessa história é que vemos todos os personagens da turma, com suas personalidades bem distintas. Vale a pena ler, mas deixe o romantismo em casa.

É hora da escola, Charlie Brown - Charles M. Schulz

23 de junho de 2015

Lido em: Maio de 2015
Título: É hora da escola, Charlie Brown
Autor: Charles M. Schulz
Ilustrações: Nick e Peter  Lobianco
Editora: Companhia das Letrinhas
Gênero: História em Quadrinhos
Ano: 2014
Páginas: 32
Nota: ★★★★★
Sinopse: Charlie Brown está preocupado: as férias estão acabando e a volta às aulas é inevitável.
Mas com a ajuda de Lucy, sua psiquiatra de plantão, de repente ele se sente muito seguro - tanto que logo no primeiro dia de escola se candidata para um concurso de soletrar. Afinal, por que ele não seria capaz? É claro que pode ganhar! Ele só precisa se lembrar: é o N que vem antes do P e do B?   Ou o M? "Casa" se escreve com Z ou com S?
Pobre Charlie Brown!...

Resenha: Quem nunca se preocupou com a volta às aulas? Por medo ou ansiedade, todos nós já vivemos isso um dia. E pra Charlie Brown o fim das férias é um grande problema. Ele é um menino muito, muito inseguro, principalmente porque é péssimo em esportes. Pensando em melhorar sua confiança, Charlie se inscreve pra um concurso de soletrar. E se você já conhece esse garotinho, já imagina no que deu, né?


Não sei se é porque eu tô com olhar da pedagogia politicamente correta, mas achei o final meio pra baixo. Se eu terminei o livro sem entender o que a história queria passar, imagina um leitor mirim. A história só faz sentido se você já está ambientado ao universo do Snoopy, sabendo que cada personagem tem características próprias e marcantes (pra saber um pouco mais, leia este post). Mas, se você não sabe que Charlie Brown é medroso e Lucy é azeda, além de não entender nada pode até se confundir e tirar uma lição errada. Então não recomendo entregar esse livro nas mãos de uma criança que não conheça a turminha.



A editora teve a preocupação em adaptar o original para a realidade brasileira. No desenho que mostra o calendário fazendo referência ao fim das férias, aparece 29 de janeiro com uma imagem de praia. E na parte em que Charlie estuda para o concurso, aparecem questões como M antes P e B e casa com S ou Z.

O livro pode ser um bom retorno ao passado, mas não é uma boa opção pra quem está começando a ler Peanuts.

Amigos para Sempre - Charles M. Schulz

22 de junho de 2015

Lido em: Maio de 2015
Título: Amigos para Sempre
Autor: Charles M. Schulz
Ilustrações: Nick e Peter Lobianco
Editora: Companhia das Letrinhas
Gênero: História em Quadrinhos/Infantil
Ano: 2014
Páginas: 32
Nota: ★★★★★
Sinopse: Além de muito inteligente, Snoopy é um companheiro exemplar. Parceiro, compreensivo, leal... E não era para menos: ao lado de um dono tão carinhoso, não é muito difícil ser o melhor amigo do homem.
Nestas pequenas histórias inspiradas nas mais clássicas tirinhas de Schulz, você vai se divertir com as lições de camaradagem dadas por Snoopy e toda a turma - e descobrir por que Charlie Brown e seu cachorro serão amigos para sempre.

Resenha: Esse senhor de meia idade é amado por muita gente ao redor do mundo. Snoopy atravessou gerações e agora veste uma roupagem nova nessa edição da Companhia das Letrinhas.


Amigos para sempre contém tirinhas em um formato adaptado, com desenhos em alta qualidade e frases soltas no meio da página. A fonte usada chega a descombinar do estilo do desenho, mas torna-se a melhor opção considerando o público-alvo e a necessidade de utilização de letra de imprensa "normal" na fase de alfabetização.

O texto é bem simples, de fácil entendimento para crianças, mas tocante para todas as idades. Com narrativas e diálogos curtos, cada pequena história traz uma situação de amizade vivida por nós no dia a dia. Medo, insegurança, proteção, zoação, tudo isso é retratado. E o título encerra a lição do texto, um resumo bem claro do que será encontrado nas próximas páginas.


Vontade de pegar o Snoopy e o Woodstock e levar pra casa! ♥

O Desafio - Rachel Van Dyken

21 de junho de 2015

Lido em: Junho de 2015
Título: O Desafio - Aposta #2
Autor: Rachel Van Dyken
Editora: Suma de Letras
Gênero: Romance
Ano: 2015
Páginas: 360
Nota: ★★★★★
Sinopse: Jake Titus é rico demais, bonito demais e arrogante demais: qualidades que, anos antes, fizeram Char Lynn viver com ele a melhor noite de sua vida — e em seguida a pior manhã, quando ele a dispensou. Agora terão que se reencontrar no casamento de Kacey, a melhor amiga dos dois. Seria uma situação estranha, mas suportável... Se vovó Nadine não tivesse sido desafiada a uni-los.
Como padrinho e dama de honra dos noivos, Jake e Char têm que passar cada vez mais tempo juntos. Ele é um galinha mimado, e ela é uma garota maluca. Então por que não conseguem resistir um ao outro?
Quando Jake para de se comportar como um babaca e começa a agir como o homem que Char sempre teve esperança de que ele pudesse ser, fica cada vez mais difícil lembrar que ele já a magoou. E agora Jake vê nela tudo que sempre quis — só precisa fazer Char acreditar nisso.
O desafio é a continuação de A aposta, da autora best-seller do New York Times Rachel Van Dyken.

Resenha: O Desafio é continuação de A Aposta, mas com foco em outro casal. Então se você não leu o primeiro é melhor não ler esse, a não ser que queira descobrir com quem Kacey fica (se bem que é tão óbvio que não faz muita diferença, mas ok, tá avisado!).

Jake arrebatou meu coração com seu jeito moleque já no prólogo de A Aposta. Quando cresceu, se revelou um galinha safado, mas mesmo assim torci por ele. Fato é que comecei a leitura sabendo que ele seria preterido pela Kacey (mas formariam um lindo casal) e imaginando quando ia tomar tendência. A resposta está aqui.

Lembram da Vovó Nadine? Ela tá pior do que nunca! A missão cupido agora tem como foco o neto mais novo, e ela decidiu que o par ideal pra ele seria Char, a melhor amiga de Kacey. E é aí que surge o desafio: quem conseguirá arrumar alguém pra Jake? Vovó ou Travis e Kacey? O casal está seguro de que encontrará alguma amiga solteira pra apresentar ao garanhão, mas Vovó veio com artilharia pesada.

Há um "detalhe" no relacionamento Jake/Char que pode fazer toda a diferença. Eles cresceram e estudaram juntos, ela tem uma quedinha por ele desde sempre... e eles já dormiram juntos! Não bastasse ter errado com a melhor amiga na adolescência, repetiu a besteira com Char, se aproveitando de uma bebedeira. No dia seguinte, a tratou como se fosse qualquer outra, e isso refletiu num problemão no trabalho dela, que preza pela imagem já que está em frente às câmeras.

Quase um ano depois, enfrentando uma crise no emprego, Char precisa passar por mais uma prova de fogo: ser madrinha do casamento de Kacey e Travis ao lado de Jake. E ele está vivendo uma situação inusitada, porque foi demitido da empresa da família e agora vai ter que se virar pra convencer Vovó a admiti-lo novamente. Pra piorar, entra em cena Jace, um senador gatíssimo amigo de Travis, que fará de tudo para atrair a atenção de Char. É nesse cenário de preparativos pra uma festa de casamento que tudo acontece. Já viu que a chance de confusão é grande, né?

Me identifiquei muito com Char pelos seus problemas de autoestima. Todo o lance de se achar gorda, ser excessivamente criticada pela família e comparada à irmã perfeita... E fora a pressão de ter que provar que é uma boa profissional, sofrer ameaças do chefe... Fui muito solidária ao sofrimento dela, até por isso entendi seu receio ao dar uma outra chance ao cara por quem sempre foi apaixonada, mas já destruiu seu coração.

Ao mesmo tempo que vivi o drama de Char, acompanhei o processo de transformação emocional e psicológica de Jake. Ele teve que se despir de preconceitos e aceitar que precisaria abrir mão de liberdades para viver um amor. E pra homem isso é mais complicado, ainda mais quando se trata de um com pouca responsabilidade e muito dinheiro.

Curioso foi que, apesar de ser o livro do playboy que pega geral, eu fui conquistada pelo romance, e não pelas cenas hot. Em A Aposta eu fiquei assanhadinha, já O Desafio me deixou romântica. Gostei do foco que a autora deu no conflito interno de ambos os personagens. Ela querendo acreditar que ele mudou, ele fingindo que ela era só mais uma enquanto seu coração estava sendo dominado... Um jogo de gato e rato que envolvia sentimentos e muita tensão sexual.

E a autora não abandonou o Travis e Kacey; o foco era outro, mas vimos o desenrolar da história dos 2 até a festa de casamento. E agora pudemos conhecer melhor o Sr. e Sra. Titus, mas eles nem se comparam à Vovó Nadine, que está mais espevitada do que nunca.
O casal da capa não é o mesmo da original, mas eu preferi mil vezes a nossa. Diagramação e revisão mantêm o padrão apresentado no primeiro livro.

Já quero O Risco, o último livro da trilogia que contará a história de Jace e Beth. Só pelo final de O Desafio, já dá pra ver que será mais uma comédia patrocinada e armada pela Vovó. Ô velhinha danada! Com uma dessas perto, ninguém precisa apelar pra Santo Antônio.

Rachel Van Dyken entrando pra lista de autoras preferidas fácil. Espero que a Suma traga outras séries dela pro Brasil logo. E eu vou querer todas!

A Aposta - Rachel Van Dyken

20 de junho de 2015

Título: A Aposta - Aposta #1
Autor: Rachel Van Dyken
Editora: Suma de Letras
Gênero: Romance
Ano: 2014
Páginas: 288
Nota: ★★★★★
Sinopse: Kacey deveria ter fugido assim que ouviu essas palavras do milionário Jake Titus. O amigo de infância que Kacey não via há anos é hoje um dos homens mais poderosos e cobiçados de Seattle. E ele precisa de um favor dela: que ela finja ser sua noiva em uma viagem para visitar a avó Nadine, que está muito doente. Kacey aceita sem hesitar, afinal, o que poderia acontecer em apenas quatro dias? Mas o que ela não esperava era reencontrar Travis, o irmão mais velho de Jake, Quando mais novo, ele adorava perturbar Kacey: já incendiou uma boneca, colocou uma cobra em seu saco de dormir. Por isso, recebeu dela o apelido de “Satã”. Mas depois de tantos anos, Kacey se vê diante de um homem lindo, por quem se apaixona no momento em que vê o seu sorriso. O que ela não sabe, no entanto, é que os dois irmãos haviam feito uma aposta quando eram meninos: quem se casasse com Kacey receberia um milhão de dólares. Em “A Aposta”, da autora best-seller do New York Times Rachel Van Dyken, Kacey terá que descobrir qual dos irmãos é o cara certo e fazer sua escolha. Essa é a única certeza que lhe resta.

Resenha: Quando li a sinopse, pensei que seria mais um clássico caso de triângulo amoroso de uma mulher tendo que escolher entre 2 homens lindos e ricos. Ok, foi quase isso, mas teve alguma coisa que talvez eu nem consiga explicar direito, mas que me conquistou de jeito.

Kacey cresceu com a família Titus, mas era muito mais próximo do filho mais novo, Jake. O mais velho, Travis, era aquele implicante, que enchia o saco pra perturbar mesmo. Mesmo assim, os irmãos acabaram fazendo uma aposta: um milhão de dólares (coisa de criança mesmo, né? zero noção de dinheiro) praquele que casasse com Kacey.

As famílias se adoravam e conviviam muito bem, até que um acidente interrompeu essa amizade. Jake e Kacey, que já eram melhores amigos, ficaram ainda mais próximos com o passar da idade. Mas sempre tem aquela fase em que álcool e hormônios não combinam muito bem. Numa dessas bebedeiras, a amizade vai além, mas não passa de uma noite; assim que tudo acaba, Jake vai embora, deixando uma Kacey arrasada e traumatizada.

Quatro anos depois, Jake está com a vida bem complicada. Prestes a perder a presidência da empresa da família e vendo a avó doente, resolve fingir que vive muito bem e está prestes a se casar. E a única pessoa a quem pode pedir o favor de ser sua noiva por um fim de semana é sua grande (ex) amiga. Se isso fosse vida real, por mais que o coração de Kacey balançasse, ela iria dizer não, só que é livro, livro precisa de história, e você já sabe o que vai acontecer, né? Lá estão os 2 embarcando no avião rumo ao encontro da família que foi tão importante, mas se transformou apenas em boas lembranças.

Como SEMPRE torço pro cara errado, sabia que meu coração ia bater mais forte por aquele que ela não escolhe, mas logo no comecinho percebi o rumo que a história ia tornar e não levei um baque muito grande. Na verdade, nem chego a considerar como um triângulo, pois já era previsível a escolha de Kacey, mas fiquei curiosa pra saber os caminhos que a autora ia percorrer até chegar lá. E foi isso que fez a diferença.

Não rolou aquele climão de disputa entre irmãos, tudo foi evoluindo de forma natural, colocando o leitor na pele dos três e nos fazendo entender tudo que aconteceu no passado e como estavam seus pensamentos do presente. A narrativa em 3ª pessoal foi mais imparcial, o que dividiu meu coração entre o canalha e o certinho, principalmente porque ambos já tinham traumatizado Kacey - um na infância e outro na adolescência -, mas também mexiam com seus sentimentos e com outras partes do corpo também.

O livro até tem cenas picantes, mas não chega a ser considerado hot, digamos que é a cereja do bolo. E é legal porque, como tem sentimento por trás de tudo, não fica aquela coisa vazia, é uma entrega mútua, uma vontade de agradar o outro e aproveitar o momento ao máximo. Ah, sou romântica mesmo e gostei de ler um livro em que a autora se preocupa em mostrar os personagens fazendo amor, e não sexo.

Destaque mais que especial pra vovó Nadine, que foi inspirada na avó da autora. De longe a melhor das personagens, que conferiu humor à narrativa. Uma senhora de 85 anos que tem a vida sexual mais ativa que eu. E o melhor: não tem papas na língua nem pudor algum, fala o que tiver que falar, causando altos constrangimentos que me fizeram gargalhar durante a leitura.

A Suma fez um bom trabalho mantendo a capa, mas fazendo uma edição muito melhor que a original parece eu mexendo no Paint, tem misericórdia!. Gostei do casal, bem próximo do que eu imaginei. A revisão está bem boa. Só achei a fonte um pouco grande demais, podia ter diminuído um tiquinho e economizado páginas.

No fim, percebi que não sei explicar por que esse livro ganhou um espaço tão grande no meu coração. Não consigo achar um motivo pra falar pra você: leia, é imperdível. Mas, se serve de argumento, eu devorei o livro em um dia e fiquei suspirando durante a leitura e após terminá-la.

Ah! Esse livro faz parte de uma trilogia. Os próximos livros têm outros casais como protagonistas, então cada um tem sua história fechada. Pode ler sem medo de precisar esperar pela continuação, mas mantenha a ordem pra evitar spoilers.

Mesclando romance, conflitos pessoais, bom humor e uma pitada de pimenta, Rachel Van Dyken escreveu um livro despretensioso, que não tem nada demais, mas surpreende pela maneira como cativa o leitor.

Quantas pessoas poderiam dizer isso de fato? Que, pela vida toda, a única pessoa com quem queriam passar a eternidade nunca havia mudado nem hesitado. Ela. Sempre fora ela. E ele ia lhe mostrar o quanto a amava.