Novidade de Junho - Seguinte

3 de junho de 2023

A Queda do Patriarcado - Marta Breen e Jenny Jordahl (13/06/2023)
Desde a Antiguidade, nossa sociedade se organiza de forma patriarcal -- ou seja, o homem tem mais poder, ganha mais dinheiro e desfruta de mais privilégios. Aristóteles, Rousseau, Darwin, Freud... foram tantas as figuras célebres que reforçaram a desigualdade de gênero que fica até difícil eleger o maior machista de todos os tempos. Mas qual a origem desse sistema? Como ele se manteve? Quais estratégias já foram usadas para combatê-lo? E o que aconteceu com as mulheres que tentaram destruí-lo?
Com linguagem acessível e ilustrações bem-humoradas, as autoras revelam as formas que o machismo tomou ao longo dos séculos, o significado de conceitos como "olhar masculino" e "slut-shaming", e a importância das feministas -- de ontem e de hoje -- para derrubar, de uma vez por todas, o patriarcado.

Novidade de Junho - Paralela

Um Ex-Amigo - Mayra Cotta (20/06/2023)
A vida de Alma parece estar fluindo perfeitamente bem: ela é bem-sucedida, tem grandes amigas, um lar bem cuidado, está feliz vivendo no exterior e seu relacionamento de anos com um homem casado a deixa satisfeita.
Quando recebe uma ligação inesperada de um amigo do passado pedindo abrigo temporário em sua casa, tudo sai dos eixos. Alma fica dividida entre o senso de obrigação a alguém que já foi muito próximo -- mas com quem não tem contato há anos -- e o desconforto em reabrir uma porta ao passado. O contexto desse pedido de ajuda deixa a situação ainda mais complicada: o ex-amigo está sendo investigado por uma acusação de estupro.
Com os princípios confrontados na prática do dia a dia, Alma encontrará um breve respiro através da amizade de mulheres que prometem nunca abandoná-la.

Review - That Time You Killed Me

2 de junho de 2023

Título: That Time You Killed Me
Editora/Fabricante: Galápagos/Pandasaurus Game
Criador: Peter C. Hayward
Idade recomendada: 10+
Jogadores: 2
Nota:★★★★★
Descrição: “Certo, prontos para começar? Eu tenho que avisar, isso pode reavivar algumas memórias traumáticas. O tempo é complicado desse jeito – nem tudo é causa e efeito. É mais tipo... Causa e efeito borboleta. Só porque alguém morreu ontem não quer dizer que vai estar morto amanhã. Ou Ontem...”. That Time You Killed Me é um jogo narrativo que acontece no passado, no presente e no futuro. Como qualquer outro jogo que bagunça o fluxo do tempo, vocês devem jogar esse conteúdo em uma ordem estrita e inalterável. Prontos para viajar no tempo?

Depois de uns meses de espera, eis que finalmente chegou o tão esperado That Time You Killed Me, um jogo de tabuleiro para dois jogadores com tema de viagem no tempo. Basicamente a história é sobre duas pessoas que estão disputando o título de inventor da viagem no tempo, e pra provar quem inventou, um deles vai precisar ser apagado da história.

Através de três mini tabuleiros quadriculados que representam Passado, Presente e Futuro, os jogadores vão transitar por aí fazendo movimentos verticais ou horizontais, viajando no tempo, fazendo cópias de si mesmo e causando paradoxos com objetivo de esmagar e assassinar o adversário sem dó nem piedade em pelo menos duas linhas temporais.






O jogo é bastante divertido a começar pelo manual de regras. Ele vem com um bilhetinho e é cheio de notas e avisos engraçados - e desaforados - direcionados ao próprio jogador. Há vários níveis de dificuldade, e a orientação é ir jogando e descobrindo aos poucos qual é o próximo passo e o que mais vai aparecer pra dificultar nossa vida, e tudo vem naquele tom misterioso, como se fosse um enorme segredo a ser mantido até o último momento.



Começamos a jogar da forma mais básica, onde cada jogador tem 7 peões que transitam por aí, e um marcador de foco temporal que é usado pra indicar qual será a linha temporal de sua próxima jogada. Quando já tivermos entendido bem a mecânica do jogo e estivermos mais preparados, pulamos para o primeiro capítulo. Nele irão aparecer novas regras e novos elementos que vem nas caixinhas numeradas com orientações de que devem ser abertas de forma cronológica e vai até o quarto capítulo, e nessas caixinhas encontramos novos componentes que dão a possibilidade de plantar sementes que viram árvores, construir estátuas no tabuleiro, adestrar elefantes cor de rosa com chapeuzinhos, ganhar novas habilidades e desbloquear "conquistas", aumentando não só as quantidade de maneiras de matar o outro, como também o nível de dificuldade do jogo quando esses novos elementos com regras próprias, que podem inclusive se sobrepor às regras básicas e iniciais, são adicionados. Também há dicas no manual do que fazer com as peças de acordo com o nível de experiência dos jogadores para um nível de desafio ainda maior. Há um envelopinho secreto escondido debaixo do insert que "não deve ser aberto". Não é nada tããão importante assim, mas não tem como negar que é mais uma tática bem legal e engraçadinha pra manter o jogador curioso e imerso no suposto mistério que o jogo traz e nas descobertas graduais de cada nova "fase".

Ele me lembrou bastante o Santorini por ter essa pegada de xadrez abstrato e a necessidade por parte do jogador em bolar uma boa estratégia pra realizar os melhores movimentos e vencer a partida mas, como as regras permitem que os jogadores desfaçam movimentos desde que ainda não tenham mudado o marcador de foco de lugar, confesso que isso me deixava sempre muito confusa porque eu SEMPRE esquecia onde a peça estava inicialmente e acho que isso acaba atrapalhando não só os desatentos, mas os mais esquecidos como eu.



No mais, apesar de eu ter achado o nome do jogo um tanto complicado e nada chamativo (pelo menos aqui no Brasil), That Time You Killed Me é um excelente jogo de estratégia pra dois jogadores, com design e propostas super bacanas e diferentes, e que tem grande rejogabilidade devido aos elementos diferentes de cada nível e às mudanças nas regras de acordo com o que é inserido. Aqui em casa todo mundo curtiu e o jogo nunca pára numa partida só. Eu adorei.

Resumo do Mês - Maio

1 de junho de 2023

Esse mês eu passei o maior desgosto da minha vida em todo esse tempo de blog. A página do blog no Facebook foi roubada por um golpista e perdi o acesso a ela. Como se não bastasse, o ladrão, que queria dinheiro pra devolver a página, começou a fazer postagens com conteúdo adulto, nudez e links com vírus, e por mais que eu tenha denunciado e pedido pra várias pessoas me ajudarem denunciando também, o Facebook não fez nada a respeito. Dá última vez que consegui ver a página, porque agora nem consigo ver mais pois quando pesquiso aparece que a página não existe porque devo ter sido bloqueada, já tinha perdido milhares de curtidas e nem consigo mensurar esse prejuízo... Não consegui suporte nenhum pra recuperar, e o que me restou foi dar entrada num processo contra o Face pra resolver essa palhaçada na justiça. Já encaminhei todas as evidências do roubo pro advogado e agora é esperar.
Chega a ser inacreditável ter que passar por esse tipo de coisa. Tive que tirar o widget da página e o ícone dessa rede social infernal aqui no blog pra evitar que alguém ainda clique e vá pra lá, pois o vagabundo manteve o nome e a descrição da página pra fazer parecer que eu é quem estava postando aquele monte de merda nos stories (ou reels, não sei o nome daquilo pois já fazia um tempão que não estava atualizando lá pois perdi a paciência total com rede social).
Fiquei tão desorientada, com crises de ansiedade e pânico, nem dormir eu conseguia direito pensando como pude ter caído nisso, e pra ser sincera eu nem sei como consegui postar conteúdo aqui. Acho que foi lendo, assistindo série e jogando Red Dead Redemption II é que consegui me desligar um pouco dessa patifaria, e vou tentar manter essa rotina pra não surtar de vez.
Inclusive tenho que falar que eu tô acabada de tanto chorar com o final desse jogo, meupaiceleste, o que foi aquilo. Nunca mais vou me recuperar.


Reviews de Jogos

Na Telinha

♥ Wishlist - Jogos de Tabuleiro

Caixa de Correio #134 - Maio

31 de maio de 2023

Esse mês teve promoção de livros na Amazon, mas não aproveitei nada porque gastei o que não tinha com jogos que eu queria. Só comprei um livro na Americanas com um vale-presente que resgatei no Ipsos iSay e uma blusa do HellFire Club de Stranger Things, e tô me achando a pessoa mais nerd do bairro andando com ela pra ir na padaria.
A caixinha desse mês é pequena e rapidinha, só pra não perder o costume.

The Sims 4 - Desafio da Viúva Negra - Marido #1 (parte 6)

24 de maio de 2023

Willow Creek, Quarta-feira de Verão

Até que enfim o esforço que tive na academia deu resultados. Até comprei um espelho pra poder me ver melhor. Hoje Tomas teve a oportunidade de escrever um artigo no trabalho e parece que foi um sucesso. Ele não foi promovido ainda, mas além de ter ganhado uma bonificação muito boa, ele ficou conhecido e as pessoas estão o reconhecendo na rua. Sinceramente... Isso não estava nos meus planos e eu não posso ter um marido famoso, pois desse jeito vou ficar sob os holofotes da mídia junto com ele e qualquer coisa que eu faça vai chamar a atenção. Ele começou a escrever livros, enviou pra uma editora, e acho que vai ganhar uma bolada com isso. E eu, claro, vou aproveitar.
Paulo apareceu pra me visitar, me deu uma rosa vermelha de presente, curtimos a tarde enquanto Tomas estava no trabalho, e tive que tomar uma decisão rápida: Aprender a fazer um prato bastante peculiar chamado "Nigiri de Baiacu". Não sei se ficou claro que não estou numa maré de muito boa sorte, e a Gracinha, irmã do Tomas, decidiu passar uns dias na nossa casa e veio de mala e cuia. Será que ela está desconfiada de alguma coisa? Não queria ter que dar um jeito nela também... Então tive que fingir que eu estava bem feliz com a presença dela na minha casa.


Comecei a ir até a cidade e nos eventos gastronômicos que aparecem pra ver se consigo encontrar a barraca de pratos típicos e aprender a receita que preciso, mas está difícil pois montam todas as barracas do mundo menos a minha. E como se eu já não estivesse com problemas o suficiente, Paulo está na minha cola e já propôs que eu me separe de Tomas pra ele vir morar comigo, mas ainda não é o momento certo, e a separação não é uma opção...


Eu até que gosto dele, mas às vezes ele me irrita. Nem nos casamos ainda e já estou aqui imaginando como vou me livrar dele quando chegar a hora.

Ass. Amber Black Collette